quarta-feira, dezembro 14, 2005

Velhos Tempos

cheguei a minha humilde casa entendiado mais um dia monotono se havia passadodeito-me então na cama e recordo com alegria e saudade
aqueles bons velhos tempos que passei com pessoas agora tao distantes...

saudades dos tempos em que havia alegria e diversão
saudades dos tempos em que partilhava alegrias e tristezas
saudades de tempos idos e sem retorno
que consolam a minha entendiante melancolia
mas que nunca mais poderão voltar

memórias que percorro sem descanso qual livro antigo cujas páginas folheio
com desmedida nostalgia contagiante desejosa de mais um momento perdido no tempo
que terminou com angustia e desespero no que toca as leis do universo...

Velhos Tempos

cheguei a minha humilde casa entendiado
mais um dia monotono se havia passado
deito-me então na cama e recordo com alegria e saudade
aqueles bons velhos tempos que passei com pessoas agora tao distantes...

saudades dos tempos em que havia alegria e diversão
saudades dos tempos em que partilhava alegrias e tristezas
saudades de tempos idos e inretornáveis
que consolam a minha entendiante melancolia
mas que nunca mais poderão voltar

recordo velhos tempos tão distantes como se escritos num velho livro tivessem sido
cujas velhas páginas

sábado, dezembro 10, 2005

Um Mundo de Aparências

ja repararam caros leitores o mundo de aparências em que nós vivemos ? hoje para sermos aceites na sociedade o que temos de nos sujeitar. para termos uma companheira temos que demonstrar tudo menos demonstrar amor, para pertencemos a um grupo demontramos tudo menos camaradagem e fraternidade. e eu pergunto mas que raio aconteceu ao mundo para chegarmos a isto ? será que hoje em dia já ninguém é e verdadeiro consigo mesmo e com os outros. claro que hoje em dia os impulsos substuem os sentimentos , e o ser humano assemelha-se mais a um animal vadio do que um ser racional. um dia, a Humanidade desabará sobre o peso dos seus próprios actos, e não precisamos de nenhum Deus ou Diabo para nos julgar ou para nos ameaçar com um Juízo Final. a Humanidade é a sua maior inimiga e a sua própria salvação, cabe a esta fazer uma escolha. quem ler isto repense-se, e quando tiverem conversas insipidas o atitudes idiotas, pensem no que realmente são e demonstrem-no.

Prefácio

Nirvana e Ataraxia, ambos pseudónimos, ambos da 'bela' cidade de Évora, ambos decidindo que era hora de mostrar aquilo que vai nas nossas mentes. Turbilhões de pensamentos inundam-nos a alma com questões, dúvidas e uma necessidade de escrever para compreender o âmago do nosso sofrimento, ele pelas suas razões, eu pelas minhas, mas uma coisa temos em comum: Anseamos pela paz anterior (razão esta patente nos nosso nomes), que nos é impedida por infinitas razões, quiçá o cansaço de pensar e viver sem realmente o fazer, como se cumprindo uma penitência. Esperemos que gostem daquilo que iremos escrever e postar, que as respeitem e claro, todos os comentários são benvindos.